Manifesto

Medidas e bastidores

Quão transitória é esta vida, realidade que ignoramos por ignorância. Nosso conforto não aponta para bons tempos, mas denuncia nossa apatia à toda a desolação do mundo. A carência de fatos e caridade tornam tempos difíceis, impossíveis.

Torno a pensar na estação crítica em que vivemos. É esperado, para todas as conclusões, que nos alicercemos na única e real esperança da humanidade: A vinda de Jesus e seu reinado de justiça.

Nos últimos dias vão aparecer homens dominados pelas suas próprias paixões. Eles vão zombar de vocês, dizendo: “Ele prometeu vir, não foi? Onde está ele? Os nossos pais morreram, e tudo continua do mesmo jeito que era desde a criação do mundo.
Esses zombadores esquecem, de propósito, que há muito tempo Deus deu uma ordem, e os céus e a terra foram criados. Mas os céus e a terra que agora existem estão sendo guardados pela mesma ordem de Deus a fim de serem destruídos. Estão sendo guardados para o Dia do Julgamento e da destruição dos que não querem saber de Deus.
Meus queridos amigos, não esqueçam isto: O Senhor não demora a fazer o que prometeu, pelo contrário, ele tem paciência com vocês porque deseja que todos se arrependam dos seus pecados.
(2 Pedro 3-5;7-9) adaptado.

Tempos difíceis são sinais da vinda de Jesus, então que tomemos duras medidas, isto é:

  • Medidas como providências: ações inconformadas, com o mundo e toda sua arquitetura de demonstração de desgraça.
  • Medidas como medições: medir o que importa sobretudo, isto é: uma vida de devoção a Cristo.
  • Medidas como padrões: crendo que Jesus é nosso parâmetro de conduta, devemos agir como ele agiu, e como seus verdadeiros seguidores.
Porém o Dia do Senhor chegará como um ladrão. Naquele dia os céus vão desaparecer com um barulho espantoso. A terra e tudo o que existe nela vão sumir.
Sabendo que tudo isso vai ser destruído assim, então que tipo de gente vocês precisam ser? A vida de vocês deve ser agradável a Deus e dedicada a ele.
Por isso, meus amigos, enquanto vocês esperam aquele dia, façam o possível para estar em paz com Deus, sem mancha e sem culpa diante dele.
(2 Pedro 3 10-11;14) adaptado

No tempo presente, que a fé seja nosso cronômetro. Mas, “tempo presente”? Realmente não há fôlego que possa conquistá-lo. Basta que, para o eterno, seja mais correto pensar no que não passou. Por enquanto. O temor é que haja mais sorte em orações de vinte ou trinta palavras do que em esperança bíblica. É claro, tal temor não é sentido pelos verdadeiros, mas será, um dia, para as fachadas dos que acreditam em “tempo presente”, quando perceberem.

Entendemos a severidade da volta de Jesus e quão finalístico será este evento, por isso nos posicionamos como mensageiros da sua oferta de amor e paz para todas as pessoas.

Sim, Jesus está voltando, por isso, medidas precisam ser tomadas, e, assim como João Batista, nos colocamos em posição. Prepararemos um caminho para que nosso salvador venha.